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O debate sobre as origens islâmicas torna-se público

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Peter von Sivers é autor de Patterns of World History . Um seu homónimo foi almirante da Marinha Imperial russa sob Pedro, o Grande. Peter von Sivers, Prof. Emeritus, Dep. História da Universidade do Utah History Compass 1 (2003) ME 058, 001–016 Tradução do artigo científico The Islamic Origins Debate Goes Public (PDF, 8000 palavras), publicado no site de História revisto por pares History Compass , sobre as origens do Islão. Com muitos anos de atraso sobre o estudo das origens históricas das escrituras sagradas cristãs e judaicas, alguns especialistas em textos antigos e História da Antiguidade Tardia começaram a debruçar-se sobre o relato que os crentes do Islão fazem das origens da sua religião. O resultado das suas pesquisas conta uma história bem diferente da que é comummente aceite. Este texto é de 2003 e desde então, certamente, a pesquisa continuou, mas é bem completo e exaustivo na revista que faz do trabalho de vários autores.

Do lado dos que lutam pela liberdade

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No Reino Unido, por estranho que pareça, funcionam tribunais islâmicos da Xaria. O seu objetivo não é decidir questões criminais ou do direito geral do país, mas aplicar o costume e a tradição nas vastas comunidades islâmicas inglesas. Coisas como heranças e afins. Mas a Xaria foi concebida como a lei para todos e os seus tribunais têm tendência a invadir e atacar direitos de mulheres, de LGBT+, de outras persuasões religiosas, e o próprio estado secular.

A invasão islâmica

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A Pew Research , fundação dos EUA vocacionada para a investigação da demografia religiosa mundial – geralmente respeitada pelo uso de metodologia científica e resultados confiáveis – publicou recentemente um estudo sobre as expetativas da evolução da representação dos muçulmanos na Europa. Este assunto tem sido, nos últimos anos, sujeito a projeções alarmistas de base xenófoba, como parte da narrativa nacionalista de que a Europa "ocidental e cristã" estaria em perigo, com os muçulmanos, brevemente maioritários, a tomarem o poder e a instituírem um califado, com a imposição da lei xaria e dos véus nas mulheres. O estudo mostra que não há razão para tais alarmismos, para lá da pura xenofobia. Os países europeus onde os muçulmanos não têm números meramente residuais agrupam-se numa diagonal que atravessa o continente (que aqui inclui a Comunidade Europeia, a Suíça e os países escandinavos) de sueste para noroeste. Os números mais altos estão na Suécia na França, 8...