26 de janeiro de 2011

Um javali? Snif… Onde?

Nem só o Obélix era doido por javalis. A minha tertúlia gastronómica também não desdenha ferrar o dente num. Este não foi morto por nenhum dos Tertúlios mas, devido aos acordos entre caçadores, coube uma parte a um dos convivas, que logo a partilhou com os restantes.

Javali não é fácil, nem vivo (dizem) nem morto. Bicho seco e atlético, a sua carne pode ser uma desilusão se preparada por quem não sabe. A Elvira estudou o problema e veio de lá com esta grande feijoada alentejana, com a carne brava dopada por pedaços do primo mais manso, enchidos e muitos coentros. Eu, por mim, junto umas pingas de bom piri-piri caseiro. Tudo com vinho tinto da zona do Poceirão, azeitonas e pão.

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