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A palavra proibida

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Este país está de saída? Por Tom Engelhardt (tradução do artigo The Forbiden Word , em Tom Dispatch Foi há muito tempo, num mundo aparentemente sem desafios. Lembram-se de quando nós, americanos, vivíamos num planeta com uma Rússia abatida, uma China que mal se erguia e nenhum inimigo óbvio, exceto o que mais tarde veio a ser conhecido como um “eixo do mal” , três países incapazes então de pôr este em perigo? Ah, e, como se viu, um jovem e rico ex-aliado saudita, Osama bin Laden, e 19 sequestradores, a maioria deles também sauditas, de um pequeno grupo chamado Acaida que por breves instantes possuiu uma “força aérea” de quatro jactos comerciais. Não admira que este país fosse então apontado como a maior força , a superpotência de todos os tempos, ostentando uma força militar que deixava todos os outros na poeira.

Um exército secreto

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Hoje, para variar, vou divulgar um assunto diferente da presente epidemia. A newsletter Tom Dispatch , de Tom Engelhardt, é uma fonte preciosa dentro da imprensa dissidente nos EUA. Tem os melhores artigos sobre os vapores venenosos nas tripas do Império. Traduzo aqui um artigo de Nick Turse sobre a proliferação de tropas especiais. Introdução de Tom Engelhardt: Nick Turse começou a cobrir o que se pode considerar a história secreta da guerra norte-americana neste século ‒ a ascensão e a disseminação das forças de operações especiais ‒ para o TomDispatch em 2011. Esse foi o ano em que revelou pela primeira vez que as colocações de operações especiais haviam duplicado de 60 países anualmente (já um número bastante impressionante) no final do governo Bush ‒ os anos das invasões e ocupações do Afeganistão e Iraque ‒ para cerca de 120 países ou 60% das nações deste nosso mundo.