20 de abril de 2021

O debate sobre as origens islâmicas torna-se público

Peter von Sivers

Peter von Sivers é autor de Patterns of World History. Um seu homónimo foi almirante da Marinha Imperial russa sob Pedro, o Grande.

Peter von Sivers,
Prof. Emeritus, Dep. História da Universidade do Utah

History Compass 1 (2003) ME 058, 001–016

Tradução do artigo científico The Islamic Origins Debate Goes Public (PDF, 8000 palavras), publicado no site de História revisto por pares History Compass, sobre as origens do Islão. Com muitos anos de atraso sobre o estudo das origens históricas das escrituras sagradas cristãs e judaicas, alguns especialistas em textos antigos e História da Antiguidade Tardia começaram a debruçar-se sobre o relato que os crentes do Islão fazem das origens da sua religião. O resultado das suas pesquisas conta uma história bem diferente da que é comummente aceite. Este texto é de 2003 e desde então, certamente, a pesquisa continuou, mas é bem completo e exaustivo na revista que faz do trabalho de vários autores.

16 de abril de 2021

EUA – Não são só os jovens progressistas brancos a deixar a religião

Tradução de um artigo de Ryan P. Burge en Five Thirty-Eight, "It’s Not Just Young White Liberals Who Are Leaving Religion"

Apenas 47% dos adultos estadunidenses disseram ser membros de uma igreja, mesquita ou sinagoga, de acordo com uma pesquisa divulgada recentemente e conduzida pela Gallup no ano passado. Foi a primeira vez que a maioria dos estadunidenses disseram que não eram membros de uma igreja, mesquita ou sinagoga desde que a Gallup começou a inquiri-los sobre a sua filiação religiosa, na década de 1930. Na verdade, a descoberta da Gallup foi uma espécie momento charneira no afastamento, há muito estudado, dos estadunidenses da religião organizada.

9 de abril de 2021

Marxismo, a religião messiânica dos trabalhadores

Tenho hesitado muito em escrever este texto, que me trará, não duvido, rasgados elogios dos meus inimigos políticos e severas críticas dos meus aliados. Mas tem que ser. Há limites para viver em mentiras. Mesmo que as ilusões possam, por vezes, ser úteis, por fim sempre serão nocivas. Não se pode basear a ação política numa ilusão.