2018-01-29

Jesus cannot be the only Son of God

Even though we may never find our fellow sentient beings*, due to the enormous size of space-time and the brevity of our lives, these cultures certainly exist, existed, and will exist in the Universe. All those beings, don’t they need to be saved?

2018-01-22

Jesus não pode ser o único Filho de Deus

Mesmo que provavelmente nunca encontremos* os nossos congéneres, devido ao tamanho descomunal do espaço-tempo e à brevidade das nossas vidas, essas culturas decerto existem, existiram e hão-de existir. Não precisam todos esses seres de ser salvos?

2018-01-16

Cronologia do miticismo sobre Jesus

Um assunto que me interessa bastante é a questão de saber se Jesus foi uma figura histórica ou um mito. Do ponto de vista filosófico, não me faz qualquer diferença que Jesus seja um mito fantástico construído sobre a memória de algum humilde pregador e curandeiro da Palestina, ou que esse mito seja preexistente e se lhe tenha criado a lenda de uma pessoa real.

Está fora de questão é que tenha sido o deus em que os cristãos acreditam, ou mesmo o profeta da versão islâmica.

Mas, tendo em conta a minha história pessoal, doutrinado em criança nos dogmas do cristianismo, o assunto fascina-me porque quero saber até onde foi a minha alienação e a vastidão das ilusões que partilhei.

O miticismo sobre a figura de Jesus não é assunto novo nem moda moderna da Internet. Há séculos que estudiosos, sempre minoritários, das escrituras cristãs têm  aderido a esta explicação, mesmo por vezes à custa de perda dos seus empregos e outras sanções religiosas e civis.

A cronologia do miticismo de Jesus que aqui mostro resulta de uma tradução e adaptação de um artigo na página Myticist Papers, de René Salm.

2018-01-01

René Salm e o outro Jesus

Vários investigadores se têm dedicado ao problema da existência histórica do Jesus da fé cristã e concluíram que se trata de um personagem mítico. Esta corrente tem sido minoritária mas muito persistente. Alguns dos proponentes desta ideia não são aceitáveis, por lhes faltar a preparação académica, o conhecimento das linguagens antigas ou por se inclinarem para o conspirativismo.

No entanto, no fim do século XX o principal autor a defender a versão científica desta ideia, com amplo conhecimento da história, das linguagens e das ideias do tempo foi Earl Doherty, no seus livros e website The Jesus Puzzle.