2018-04-23

O Significado Gnóstico do Êxodo - R. Salm comenta H. Detering (3)

“O significado gnóstico do Êxodo e o começo do culto Josué / Jesus ”(2017)

Comentários de René Salm a um artigo de Hermann Detering (3)


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6 de abril de 2018

Código de cores: o material de Detering em castanho, os meu comentários em verde e pontos particularmente significativos (de qualquer um de nós) em vermelho.

2018-04-21

O Significado Gnóstico do Êxodo - R. Salm comenta H. Detering (2)

H. Detering, “O Significado Gnóstico do Êxodo” – Um comentário (Pt. 2)

René Salm (tradução de um post no seu blogue Mythicist Papers


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6 de abril de 2018

Código de cores: o material de Detering em castanho, os meu comentários em verde e pontos particularmente significativos (de qualquer um de nós) em vermelho.

O Significado Gnóstico do Êxodo - R. Salm comenta H. Detering (1)


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René Salm, um norte-americano criado em Beirute, pertence à corrente miticista, ou seja, os que defendem que não existe um Jesus histórico, mas a sua pesquisa tem duas originalidades: Durante anos, este autor dedicou-se a desmontar o mito de Nazaré. Tendo em conta que Nazaré não existia no suposto tempo de Jesus, ele desmascara a armadilha turística que é atualmente o suposto local do nascimento de Jesus. Insiste que o Nazareno não se refere a Nazaré, mas a uma seita preexistente, os nazoreanos.

2018-04-19

Riqueza traz felicidade? Até certo ponto...

A questão de saber se a riqueza traz felicidade ou não tem ocupado os filósofos e os moralistas há milénios. Vários ditos irónicos circulam, sendo o mais conhecido o de que o dinheiro não traz a felicidade mas ajuda muito. Os que prestam mais atenção ao desenvolvimento das qualidades morais tendem a desprezar o dinheiro ou até, como fazem os budistas, negar a noção de desejo. A felicidade seria o Nirvana, ou a morte do desejo.

A ciência tem o hábito de cortar nós górdios, substituindo palavreado por análise matemática e, neste caso, entrou na questão armada de um grande machado epistémico. Bom, a felicidade é subjetiva, mas a felicidade ou infelicidade de grandes números pode ser tratada como um dado objetivo. Porque é que não perguntamos às pessoas?

2018-04-15

Ordem & caos

Não sou colecionador de moedas, mas tinha algumas numa caixa. Moedas de um e de dois euros, cinquenta, vinte, dez, cinco e um cêntimo, umas quantas de cinquenta e vinte escudos dos tempos antigos, marcos e francos também de antes do euro, umas poucas peças inglesas e norte-americanas. Também levas e leuas das minhas passagens pela Bulgária e pela Roménia. Cinquenta escudos de Cabo Verde e um par de kwanzas. Até uns rublos da velha URSS que alguém me deu.

Resolvi arrumar todas as moedas em pilhas por denominação e valor. Todos os euros ficaram numa pilha de euros, os marcos numa pilha de marcos, os cinquenta cêntimos de euro na sua pilha, por aí fora. Terminada a tarefa, arrumei a caixa na minha secretária.