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Preciso de remédios para tratar dos meus problemas mentais – porque é que não conseguem aceitar isso?

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Maria Yagoda Como serviço público, traduzi este artigo de Maria Yagoda, uma jornalista que escreve no site do portal Vice dedicado ao público feminino, de género não conforme e LBTQ Broadly . O artigo original está aqui . Aos 27 anos, depois de uma década a tomar medicação para a depressão e para a ansiedade, estou acostumada a estranhos dizerem-me que em vez disso deveria tentar ioga ou fazer exercícios de respiração. Mas tenho a certeza de que a minha vida seria muito pior sem remédios. Quem quer que lute com uma doença mental ou transtorno do humor tem que suportar rotineiramente uma ladainha de sentimentos, ideias, soluções e propostas não solicitadas, da parte de gente que se imagina doutor à mera sugestão de saúde mental. Um tema recorrente é a aversão à medicação. Falar abertamente sobre as tuas lutas de saúde mental é entrar em contacto com a crença generalizada de que tomar medicamentos é desnecessário, tóxico ou resultado de algum tipo de falha pessoal – como se não esti...

Ciência como constructo social: Aracnofobia

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Tradução de um artigo no blogue Pharyngula . PZ Myers PZ Myers é um biólogo na Universidade do Minnesota-Morris (EUA) e autor do blogue de ciência Pharyngula. Este blogue tem uma legião de seguidores. Tem-se notabilizado na denúncia do criacionismo, na defesa da Evolução contra ataques religiosos e na defesa do ateísmo. É acérrimo defensor do feminismo.

A lógica retorcida do 'direito histórico' dos judeus a Israel

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Tradução de um artigo no diário israelita Haaretz . Shlomo Sand Shlomo Sand (pronuncia-se Zand) (Linz, 10 de setembro de 1946) é um historiador israelita, professor emérito de História na Universidade de Tel Aviv e autor do livro "A Invenção do Povo Judeu" (2009). Tem como principais áreas de interesse o nacionalismo, a história do cinema e a história intelectual francesa. A sua orientação política é anti-sionista. Neste artigo defende a posição de que não há qualquer direito histórico dos judeus a ocupar a Palestina e entra em polémica com Chaim Gans, um professor de Filosofia da mesma universidade, que procura arranjar uma justificação 'sionista de esquerda' para o estado de Israel.

O Significado Gnóstico do Êxodo - R. Salm comenta H. Detering (5)

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É fácil fartar-se com as muitas seitas e nomes que povoam a história da religião. Este e o próximo post mencionam os Terapeutas, o Mandaísmo, os Falasha, o Zoroastrismo, o Maniqueísmo, o Gnosticismo, o Budismo ... No entanto, defendo que tempos e lugares diferentes têm nomes diferentes para a mesma coisa – neste caso, o caminho para o conhecimento da vida (literalmente, Manda d'Haije em mandaico). Eu aconselho o leitor a focar-se na unidade de doutrina e perspetiva subjacentes, em vez de na pletora de nomes bastante enganosa. Desta forma, apreciará melhor a tentativa corajosa do Dr. Detering de construir uma ponte entre culturas e religiões cruzadas entre o Oriente e o Ocidente, baseada num exame do Êxodo, da travessia, do atingir "o outro lado".

História Geral da África

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Se tens curiosidade sobre a história africana e gostarias de ter acesso a uma versão não colonial e menos eurocêntrica (e, já agora, em português), aqui está esta coleção monumental  em oito volumes de PDFs gratuitos editados pela Unesco. Serve também, naturalmente, de obra de referência.

O Significado Gnóstico do Êxodo - R. Salm comenta H. Detering (4)

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Nota: A edição alemã do artigo do Dr. Detering, acaba de aparecer e está vinculada ao seu website aqui . A edição em inglês, traduzida por Stuart Waugh, está iminente. (Este post não tem código de cores, pois é inteiramente comentário meu. Muitas das informações abaixo são do meu ensaio "Pre-Rational Religion", Kevalin Press: 2010, difundido em privado. - RS) Água sagrada e significado oculto abaixo da superfície No seu tratamento do tema do Êxodo, o argumento do Dr. Detering centra-se no elemento da água e na sua interpretação alegórica. Como observado no post anterior, já no terceiro milênio AEC, Elam tinha um ritual de água sagrada, e a divindade mesopotâmica Enki era o Senhor da água, da sabedoria e da criação. Podemos perguntar: Porque foi a água usada como símbolo sagrado desde tempos tão primitivos?

O Significado Gnóstico do Êxodo - R. Salm comenta H. Detering (3)

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“O significado gnóstico do Êxodo e o começo do culto Josué / Jesus ”(2017) Comentários de René Salm a um artigo de Hermann Detering (3) | Post seguinte (4 – ainda não publicado) >>> 6 de abril de 2018 Código de cores: o material de Detering em castanho , os meu comentários em verde e pontos particularmente significativos (de qualquer um de nós) em vermelho .